Blog que pretende abordar assuntos do quotidiano que nos rodeia.
01 de Novembro de 2008

O Primeiro  Ministro, José Sócrates, veio reconhecer que o Estado está a pagar tarde e que o programa anunciado no parlamento para fazer face às mesmas, não está a ter os resultados esperados.

O atraso nos pagamentos é um dos problemas crónicos da nossa economia e tem o seu expoente máximo no Estado, que devia dar o exemplo em termos de cumprimento dos seus deveres.

Quando os pagamentos chegam a ser feitos com vários anos de atraso, é de facto ridículo, e para melhorar a situação exige-se o IVA na data da factura, o que torna a situação duplamente penalizante.

Se existe medida que devia ser tomada, em relação a esta crise, era o imediato pagamento em atraso por parte do Estado aos fornecedores.

publicado por pmaa às 23:24
18 de Maio de 2007

 

Excelente editorial de José Manuel Fernandes (Público, 18.5.2007: 46), que reproduzo parcialmente:


«
Como é possível que quase ninguém se indigne, quase ninguém se choque, quando o partido do Governo vai buscar ao Tribunal Constitucional, que devia ser uma pedra angular do nosso sistema democrático, alguém que para lá elegeu há apenas dois meses?
Como é possível que um candidato à Câmara de Lisboa, por acaso o apresentado pelo partido do Governo, lamente não ter conseguido formar uma coligação, quando essa mesma pessoa inviabilizou quaisquer coligações? Será que tal personagem nem sequer cora ao tornar claro que a data das eleições teria sido outra, se ele tivesse conseguido que os partidos que insultou repetidamente agora lhe prestassem vassalagem? Será que pensa que somos todos idiotas?
Como se compreende que um Presidente da República nada diga, podendo tê-lo feito na tomada de posse de ontem, que a grosseira ignorância de qualquer sentido de Estado que representa desestabilizar de novo o Tribunal Constitucional vai contra o que sempre defendeu, quando privilegiou a estabilidade sobre a oportunidade política?
Como é possível que a PT se prepare para fazer exactamente o contrário do que prometeu no que respeita à separação das redes de cobre e de cabo e todos estejam calados? Mais: que o banco do Estado, a CGD, pareça estar a actuar como instrumento de tal vilania? E por que é que ninguém se interroga sobre a forma como, sem explicação plausível, certos grupos de comunicação se tenham rendido ao charme do poder exactamente no momento em que o seu patrão depende do Governo para concretizar o negócio da sua vida?
Como é possível que ainda ontem o partido da maioria se tenha rendido ao interesse das concessionárias das auto-estradas depois de ter defendido que, quando há troços em obras, as portagens deviam traduzir uma menor qualidade de serviço?
Falta de transparência, jogos de influência, proteccionismos absurdos, sede de poder. Em 2007 d.C. é este o principal problema do país. E tem como pólo a mesma casa onde viveu Salazar.»

Está dito.

publicado por pmaa às 23:59
10 de Abril de 2007

publicado por pmaa às 23:30
04 de Janeiro de 2007

Agora, que terminou 2006 é altura de fazer balanços, e eleger os acontecimentos/figuras do ano.

Escolhi 5 acontecimentos/figuras do ano:

  1. Cavaco Silva - A sua eleição como Presidente da República, implementando a sua cooperação estratégica, dando estabilidade ao país.
  2. Josá Socrates - A sua afirmação como Primeiro Ministro, sendo incontestado perante os seus pares e mantendo até reforçando uma boa imagem perante os portugueses.
  3. Beira Mar - Pelo feito histórico de ser campeão da 2º Liga pela primeira vez na sua história.
  4. Sap-Albergaria - É o acontecimento do ano pelo seu encerramento, deixando milhares de pessoas sem um atendimento próximo e rápido.
  5. Opas - Ano rico em anúncio de grandes operações de mercado, nomeadamente o anúncio da OPA da Sonae sobre a PT e do Millenium BCP sobre o BPI.

Muitos outros acontecimentos/figuras podiam ser destacados neste ano de 2006, mas a escolha foi restringida a 5 acontecimentos/figuras, por forma a escolher os mais relevantes.

 

publicado por pmaa às 21:27
03 de Novembro de 2006

Pretendem que fique tudo na mesma?

Resposta de José Sócrates aos jornalistas em resposta a manifestações ou contestação.

A nossa resposta pode ser não, que é resposta que o nosso Primeiro Ministro pretende.

Mas, também podemos não concordar com a solução apresentada pelo Governo e existirem alternativas que sejam mais vantajosas.

Pretendem que fique tudo na mesma?  

Não.

 

publicado por pmaa às 20:56
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