Blog que pretende abordar assuntos do quotidiano que nos rodeia.
14 de Abril de 2009

 

Segundo os dados revelados hoje pelo Banco de Portugal, a economia portuguesa deve ter um crescimento de -3,5% durante o ano de 2009, quando na última previsão apontava para uma queda de 0,8%.

Atendendo a que o Banco de Portugal costuma ser moderado nas sua previsões, o número agora avançado não pode deixar de servir de alerta para a situação que a economia portuguesa está a atravessar.

A acrescentar a este indicador temos a inflação em queda e muito perto da deflação, ou seja diminuição dos preços.

Mas não se pode esquecer o indicador que mais afecta as pessoas, ou seja, o desemprego que continua a crescer. Ainda hoje foi conhecida a noticia da dispensa de centenas de trabalhadores na Quimonda.

Todo este cenário muito complexo, implica que sejam tomadas medidas excepcionais e que contem com o contributo de todos. 

publicado por pmaa às 22:16
13 de Fevereiro de 2009

 

Foram divulgados hoje pelo INE os dados relativos ao 4º trimestre de 2008.

"A Estimativa Rápida do Produto Interno Bruto (PIB) aponta para uma diminuição de 2,1% em volume no 4º trimestre de 2008 face ao período homólogo, o que compara com a variação de 0,5% registada no trimestre anterior. O PIB no 4º trimestre de 2008 terá registado uma variação de -2,0% face ao trimestre precedente.
Esta contracção do PIB no 4º trimestre resultou dos contributos negativos da procura interna, com particular intensidade ao nível do Investimento, e da procura externa líquida, tendo-se registado uma diminuição expressiva das Exportações de Bens e Serviços.
Para o conjunto do ano 2008, o PIB terá registado uma variação nula em volume."
 

Também foram divulgados os dados relativos à inflação relativamente a Janeiro de 2009.
"O Índice de Preços no Consumidor (IPC) registou uma taxa de variação homóloga de 0,2%, seis décimas de ponto percentual (p.p.) inferior ao valor observado em Dezembro de 2008. A variação mensal foi de -0,7% (-0,5% em Dezembro de 2008 e -0,1% em Janeiro de 2008). A variação média dos últimos doze meses diminuiu 0,2 p.p. para 2,4%.
O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma variação homóloga de 0,1%, sete décimas de p.p. inferior ao valor do mês anterior. O IHPC apresentou uma variação de -0,9% entre Dezembro de 2008 e Janeiro de 2009. A taxa de variação média dos últimos doze meses diminuiu para 2,4%."
 

Os números são reais, já não são previsões.

Pura realidade.

 

publicado por pmaa às 19:16
24 de Janeiro de 2009

 

O Primeiro-Ministro José Sócrates deve ter tido um dos dias mais difíceis do seu mandato, nesta sexta-feira dia 23 de Janeiro de 2009.

1 - Assembleia da República projecto do CDS-PP para suspensão da avaliação.

Teve que dramatizar pelo seu mensageiro oficial Santos Silva e mesmo desta forma 5 deputados socialistas votaram a favor do projecto do CDS, sendo chumbado por 2 votos com o voto do Presidente da Assembleia da República, que não costuma votar.

2 - Desemprego/ Crise.

Qimonda, Ecco, Philips, ...,  anunciaram ontem estar em processo de falência ou despedimento colectivo, apenas mais um ar da crise muito preocupante que está a afectar o país.

3 - Caso Freeport.

Com as investigações e com as noticias da TVI e Sol, levaram a ter que dar explicações. Um caso que ainda fará correr muita tinta...

publicado por pmaa às 19:12
10 de Outubro de 2008

 

Confiança - do Lat.  confidentia, s. f.,

 

segurança e bom conceito que se faz de alguém;
convicção do próprio valor;
firmeza de ânimo;
crédito;
intimidade, familiaridade
 

De acordo com o dicionário on-line Priberam.

 

Esta é uma das palavras que nos dias que correm mais se ouve.

Só quando ela não existe se sente a falta que faz.

Sem confiança nenhuma relação é possível, seja pessoal, comercial ou outra.

Sem confiança qualquer relação pessoal não existe, ou se essa confiança deixa de existir termina essa mesma relação.

Mas onde esta palavra se aplica mais nos dias que correm, tem que ver com os mercados financeiros.

Sem confiança todos os agentes económicos ficam na retaguarda, não investindo, pelo contrário até desinvestindo. Esta atitude provoca uma bola de neve em que todos deixam de acreditar em todos, tendo como consequência a estagnação da economia e até uma possível recessão, desemprego, mal-estar social...

Quando as pessoas deixam de acreditar no mercado financeiro nomeadamente nos bancos e seguradoras, a situação torna-se muito complicada, pois estes sectores são muito sensíveis à confiança.

A garantia dos depósitos é uma forma de gerar confiança nos bancos, mas é insuficiente.

Os bancos ao não confiarem entre os seus pares, não emprestam dinheiro entre eles, ou exigem taxas de juro muito elevadas, o que explica a elevada taxa Euribor, que se tem verificado nos últimos tempos.

O mercado de capitais sofre do mesmo problema de confiança, e não acredita no valor das empresas, caindo constantemente e de forma abrupta.

Confiança, palavra mágica, que se espera possa surgir nos próximos tempos, por forma a poder estancar esta crise.

publicado por pmaa às 10:53
17 de Julho de 2008

 

 

 

Este texto foi publicado em primeira, mão a convite do Johnnyzito, no blog Sempre a Produzir .

 

Nos últimos tempos temos assistido ao instalar da crise.

 

Ele é o aumento do preço dos combustíveis,  das taxas de juro,  da taxa de inflação,  do desemprego e por outro lado a queda dos índices das bolsas de valores, da taxa de crescimento do PIB, do poder de compra...

 

O que tem sido feito para inverter esta situação de crise?

 

Em primeiro lugar nega-se a crise!!

 

Em segundo lugar tomam-se umas medidas pontuais, pouco significativas, para dar a ideia que se está a fazer muita coisa.

 

Depois, culpa-se os antepassados e o exterior!!

 

Mas para quem ainda à bem pouco tempo dizia que Portugal não seria afectado por esta crise..., pois, o país estava mais bem preparado para enfrentar a crise...

 

Para sustentar esta afirmação o governo sustenta que fez reformas.

 

Fica a pergunta que reformas?

 

A da administração pública, a das finanças públicas, a da justiça, a da educação?

 

A mais proclamada é das finanças públicas, pois foi controlado o tão falado défice.

Esqueceram-se foi de dizer que foi à custa da receita (mais impostos), e não por redução da despesa.

 

A reforma da administração pública, com o programa PRACE, vai devagar e parada. Com os trabalhadores desmotivados, com muitos funcionários a irem para a reforma logo que lhes é possível, e com lugares chave a não serem preenchidos devido ao congelamento de admissões, permanecendo trabalhadores que não acrescentam valor ao serviço. Como exemplo 2 motoristas (por vezes sem qualquer serviço), permanecem num serviço público, onde se reformaram 6 técnicos e não foi colmatada a saída de nenhum. Colocando em causa o serviço prestado.

 

A reforma da educação cingi-se à avaliação dos professores e a facilitação dos exames!!!

 

Quanto à reforma da justiça, sem dúvida a mais importante, pois só com justiça é possível estabelecer relações económicas.

 

Essa reforma foi/está a ser executada?  

 

Mas para que que a economia se possa desenvolver e criar riqueza, existe um elemento fundamental que é as empresas.

 

O que se tem feito com as empresas?

 

Sabendo que o tecido empresarial português é constituído na sua quase totalidade por pequenas e micro empresas, o que tem sido feito para que estas empresas tenham condições para operar?

 

Será que estas empresas se conseguem desenvolver com o actual nível de burocracia, com o actual nível de impostos?

 

Só com empresas fortes e com organismos públicos ágeis será possível dar a volta à crise!

 

publicado por pmaa às 19:16
11 de Junho de 2008

 

Estamos a assistir neste momento em Portugal ao completo caos.

Abastecer um veiculo é uma tarefa quase impossível, o aeroporto sem combustível, escassez de produtos nos mercados, supermercados e hipermercados...

Toda esta situação tem por base o preço dos combustíveis.

E está a provocar reacções em cadeia, greves, greves e mais greves, protestos....

Pescadores, camionistas, taxistas, rebocadores ... agricultores, são só alguns dos sectores mais afectados e que já estão a dar sinal de revolta com a situação.

Mas o protesto por parte dos camionistas e empresas de camionagem, tem ultrapassado todos os limites, colocando em causa o normal funcionamento da economia.

É incompreensível que o governo tenha deixado a situação alastrar até esta situação de caos.

É também incompreensível a falta de autoridade por parte do Estado, quem manda é um conjunto de piquetes ao longo do país, colocando em risco bens e pessoas.

A carga fiscal a que os combustíveis estão sujeitos é um dos factores determinantes deste aumento. Este factor faz a diferença em relação aos preços praticados na vizinha Espanha, país concorrente directo, que coloca os portugueses em desvantagem competitiva com os seus vizinhos espanhóis.

Exige-se bom senso a todas as partes intervenientes.

Por parte do governo é imperioso ter medidas que ajudem a alavancar a economia, pois estamos a entrar numa espiral muito negativa, que se nada for feito levará a uma recessão.

 

publicado por pmaa às 21:13
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